Os testes e os dublês - Parte 2

TDD (izenbridge.com)

No post anterior, vimos um dos cenários de testes utilizados por times da Globo.com, onde não escrevemos testes "isolados" (famigerados microtests), e abusamos da integração entre classes e serviços.

Mas até mesmo para nós existe um limite que não podemos ultrapassar: O caso de uma consulta a uma API externa, por exemplo. Nesse cenário, precisamos fingir que estamos fazendo isso, sem perder a segurança em nossas asserções.

O que é um Software Engineer?

Engineering (affordable-online-colleges.net)

Certa vez, estava eu atualizando o meu LinkedIn quando o @davidsonfellipe me indagou sobre o título de "Analista e Desenvolvedor Web" que possuo atualmente. Segundo ele, "Front-end/Back-end Engineer" é mais atrativo para que headhunters cheguem a um perfil.

Contra argumentei dizendo que essa não era a minha formação, e que não me sentia confortável em me chamar de engenheiro. Ele, hoje um Front-end Engineer com formação em Engenharia da Computação, afirmou que isso era bobagem, e que eu já praticava muitas das suas atribuições no dia a dia.

Os testes e os dublês - Parte 1

Test Double Em tempos onde discussões envolvendo a relevância dos testes têm causado furor nos diferentes campos da área do desenvolvimento de software, nada mais justo do que "chovermos no molhado", e falarmos sobre testes, mocks, stubs e todos os seus primos menos famosos.

Nessa primeira parte, vamos conceituar toda essa "sopa de letrinhas" e detalhar a forma peculiar como os testes são tratados dentro de um dos times da Globo.com.

Pelican e os static site generators

Logo do Pelican O Django é de longe o meu framework Python favorito. Fácil, extensível, com uma série de "baterias inclusas" que tornam o desenvolvimento de aplicações Web muito mais fácil e divertido.

Mas verdade seja dita, para algumas soluções, é como se utilizássemos um canhão para matar um mosquito. Existe toda uma preocupação no que diz respeito a persistência, caching, serviço de aplicação e serviço Web, que em determinados contextos não passa de "overhead".

Tudo novo de novo

Estamos de volta!

O que dizer do ano de 2013? A escassez de artigos traduz muito bem o que foi este peculiar ano para o blog e para mim. Um daqueles conjuntos de dias que você mal viu quando começou, e rezou muito para que acabasse logo.

Poderia ficar aqui horas me desculpando, dizendo o quão improdutivo foi e tentando me justificar. Mas vamos parar com o #mimimi e pular logo para as novidades.

A principal delas é: Estamos usando Pelican!

Resolvi entrar na onda dos gerados de sites estáticos e experimentei essa simpática ferramenta feita em Python. Além disso, mudamos para a Digital Ocean, o que me permitiu passar momentos agradáveis provisionando máquina com Fabric e SaltStack.

Vou falar sobre isso tudo nos próximos posts. Fiquem ligados!

É bom estar de volta!

Opinião: Front in BH 2013

Logo do Front in BH No dia 03 de agosto de 2013, tive o prazer de participar do Front in BH, edição 2013. Organizado pelo @davidsonfellipe e @keppelen, o evento contou com palestrantes de peso e com uma organização que, além de surpreendente, tirou um "gosto ruim" que eu tinha em relação a eventos de front-end.

Descontraído porém relevante. Talvez essa seja a melhor definição para esta edição. Não participei das anteriores, mas os feedbacks positivos são suficientes para adicionar o Front in BH na minha agenda de eventos para o próximo ano.

Vim: O meu editor favorito

Logo do editor VIM Há um bom tempo que eu trabalho com o Vim, tanto tempo que quando estou em qualquer outro editor escrevo :wq para salvar e sair.

Mas não comecei a utilizar o Vim por gostar de desafios… foi pura necessidade! Trabalhei em uma empresa onde desenvolvíamos em uma máquina remota, através de linha de comando. Logo, entre o Vim e Emacs (ou ficar subindo arquivos via FTP ou SSH), optei pelo mais fácil de usar. É claro que no início eu não conseguia encontrar facilidade de jeito nenhum. Navegar pelas teclas h, j, k e l não fazia sentido nenhum para mim, sem falar que (segundo os meus colegas de trabalho) utilizar o PageUp , PageDown, Home e End era praticamente uma heresia.

Uma ode ao PostgreSQL

Logotipo do PostgreSQL O MySQL é um dos meus mais leais companheiros de projetos, desde os meus tempos de PHP até projetos mais recentes com o Python. A sua agilidade e facilidade são indiscutivelmente boas, tanto que renderam ao projeto um “domínio global” no ramo.

Hoje, sob “cuidados” da Oracle, o projeto tem causado certas desconfianças. A criação de um fork pelo autor original não ajudou, e isso abriu margem para um velho, confiável e simpático banco de dados: o Postgres.