Pelican e os static site generators

Logo do Pelican O Django é de longe o meu framework Python favorito. Fácil, extensível, com uma série de "baterias inclusas" que tornam o desenvolvimento de aplicações Web muito mais fácil e divertido.

Mas verdade seja dita, para algumas soluções, é como se utilizássemos um canhão para matar um mosquito. Existe toda uma preocupação no que diz respeito a persistência, caching, serviço de aplicação e serviço Web, que em determinados contextos não passa de "overhead".

Tudo novo de novo

Estamos de volta!

O que dizer do ano de 2013? A escassez de artigos traduz muito bem o que foi este peculiar ano para o blog e para mim. Um daqueles conjuntos de dias que você mal viu quando começou, e rezou muito para que acabasse logo.

Poderia ficar aqui horas me desculpando, dizendo o quão improdutivo foi e tentando me justificar. Mas vamos parar com o #mimimi e pular logo para as novidades.

A principal delas é: Estamos usando Pelican!

Resolvi entrar na onda dos gerados de sites estáticos e experimentei essa simpática ferramenta feita em Python. Além disso, mudamos para a Digital Ocean, o que me permitiu passar momentos agradáveis provisionando máquina com Fabric e SaltStack.

Vou falar sobre isso tudo nos próximos posts. Fiquem ligados!

É bom estar de volta!

Opinião: Front in BH 2013

Logo do Front in BH No dia 03 de agosto de 2013, tive o prazer de participar do Front in BH, edição 2013. Organizado pelo @davidsonfellipe e @keppelen, o evento contou com palestrantes de peso e com uma organização que, além de surpreendente, tirou um "gosto ruim" que eu tinha em relação a eventos de front-end.

Descontraído porém relevante. Talvez essa seja a melhor definição para esta edição. Não participei das anteriores, mas os feedbacks positivos são suficientes para adicionar o Front in BH na minha agenda de eventos para o próximo ano.

Vim: O meu editor favorito

Logo do editor VIM Há um bom tempo que eu trabalho com o Vim, tanto tempo que quando estou em qualquer outro editor escrevo :wq para salvar e sair.

Mas não comecei a utilizar o Vim por gostar de desafios… foi pura necessidade! Trabalhei em uma empresa onde desenvolvíamos em uma máquina remota, através de linha de comando. Logo, entre o Vim e Emacs (ou ficar subindo arquivos via FTP ou SSH), optei pelo mais fácil de usar. É claro que no início eu não conseguia encontrar facilidade de jeito nenhum. Navegar pelas teclas h, j, k e l não fazia sentido nenhum para mim, sem falar que (segundo os meus colegas de trabalho) utilizar o PageUp , PageDown, Home e End era praticamente uma heresia.

Uma ode ao PostgreSQL

Logotipo do PostgreSQL O MySQL é um dos meus mais leais companheiros de projetos, desde os meus tempos de PHP até projetos mais recentes com o Python. A sua agilidade e facilidade são indiscutivelmente boas, tanto que renderam ao projeto um “domínio global” no ramo.

Hoje, sob “cuidados” da Oracle, o projeto tem causado certas desconfianças. A criação de um fork pelo autor original não ajudou, e isso abriu margem para um velho, confiável e simpático banco de dados: o Postgres.

Recadinhos da paróquia

Ano novo, vida nova!

Como já virou tradição, estou iniciando esforços para uma grande modificação no blog. A primeira é a criação de um repositório “limpo” no GitHub, onde pretendo deixar o código fonte da nova versão.

Algo contra o BitBucket? Nada! O principal argumento está relacionado a visibilidade do projeto. Estou aproveitando para “plugabilizar” e distribuir algumas soluções que criei para o blog, como o django-simple-links, django-simple-contact e o mais recente, o django-seohelper.

A segunda é a utilização do Openshift para hospedar a aplicação. Alguma coisa contra a Webfaction? Na verdade sim… nos últimos meses tenho passado por alguns problemas de indisponibilidade do MySQL. Como tenho vontade de manter esse projeto em um PaaS, unirei o útil ao agradável :)

Até a próxima…

Opinião: Python Brasil [8]

Logo Python Brasil 8 Nos dias 21 a 24 de Novembro de 2012 aconteceu a Python Brasil. Em sua oitava edição, o evento mais aguardado pelos desenvolvedores Python “tupiniquins” me surpreendeu completamente. Um dos melhores eventos que participei nos últimos tempos!

E não é só pelo conteúdo apresentado durante as palestras, ou pelos convidados especiais que deram um show a parte em suas apresentações, mas esse “sentimento” deve-se ao fato de ser a primeira vez que fiquei tão próximo da comunidade Python, e me senti muito feliz por compartilhar estes dias com pessoas tão bacanas e interessantes.

Entendendo o CGI, FastCGI e WSGI

Fast CGI Pelos vários anos que programei com o PHP e Apache, nunca precisei me preocupar com o que acontecia entre esses dois. Para mim, era tudo uma “mágica” maravilhosa, que entregava as minhas páginas Web de forma dinâmica. Era uma troca justa: Eles não me traziam preocupação, logo, eu não me preocupava.

Com o passar do tempo, o uso do Nginx e a necessidade de aprender Python, comecei a me deparar com o famoso “cgi-bin“, e entender que os truques que o mod_php ocultava iam muito além do que eu imaginava.

As pseudo-classes e os pseudo-elementos

Logo do CSS3 O CSS tem diversas coisas legais. Uma quantidade de propriedades, valores e funcionalidades, que por inúmeras vezes me fogem da memória. Uma das coisas mais interessantes do CSS, mas que geralmente me confunde, são as pseudo-classes e os pseudo-elementos.

Então eu resolvi escrever este post, e nele vou explicar a diferença e aplicabilidade dos dois. Espero colaborar com outras mentes tão preguiçosas na arte da lembrança, quanto a minha :)

Opinião: Facebook World Hack

Facebook Developers World Hack No dia 30 de agosto de 2012 (sexta-feira), rolou o Facebook Developers World Hack – São Paulo, onde engenheiros do próprio Facebook deram palestras sobre o desenvolvimento com a API social, distribuição e monetização. Após as palestras houve um Hack Day, onde os vencedores nas categorias “Mobile”, “Game”, “Open Graph” e “Geral” foram premiados com créditos no Facebook e na Amazon, além de smartphones e tablets.

Um ambiente descontraído, com muita comida, bebida e música. Foi fácil notar que estávamos cercados de pessoas extremamente criativas. Uma experiência que vou levar comigo para o resto da vida.