desenvolvimento, javascript, prototype, oop, web
Meses atrás, escrevi sobre como era fácil criar objetos em Javascript. Devo confessar que, a minha visão sobre a utilização da Orientação a Objetos em Javascript era muito superficial, e que uma dúvida muito pertinente surgiu na época: Onde usar Object Literal e onde usar classes?
Hoje, depois de entender que a Orientação a Objeto no Javascript não é muito diferente da utilizada em outras linguagens, sou capaz de enxergar as possibilidades utilizando as duas maneiras. E este é o objetivo deste post: compartilhar esta visão com vocês.
desenvolvimento, python, oop, design-patterns, decorators
E na mesma linha dos closures, eu passei a saber realmente o que são decorators depois de utilizar a framework Django. Se você está trabalhando com Orientação a Objetos e até agora não se deparou com este recurso, te garanto que um dia você precisará dele… afinal, é um dos Design Patterns mais bacanas (e úteis) que já vi.
Vamos lá “decorar” nossos métodos Python!
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Olá pessoas!
Sabem aqueles conceitos, que a gente sempre utiliza e chega alguém com um nome “pomposo” para a parada (que você nunca ouviu falar)? Isso aconteceu comigo com closures.
What (the hell) are closures?
Entendi o conceito de closures enquanto estudava Ruby. Na verdade, fica a dica… se você quer aprender Orientação a Objetos, aprenda linguagens dinâmicas como Ruby, Python e até mesmo PHP. Depois parta para linguagens mais “hardcore” como Java e C++.
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Essa é uma dica valiosa para o pessoal que quer escrever um Javascript mais “bonito”.
Embora a linguagem (em sua essência) seja Orientada a Objetos, temos que admitir que ela foge um pouco do convencional através do estilo de escrita prototype. Quero dizer que, é possível utilizarmos conceitos como encapsulamento, herança, atributos e métodos públicos e privados, etc. Mas de uma maneira um pouco diferente se comparada a linguagens como Python ou PHP.